livro a infeliz perpetina

O ano era de 1901, mais precisanemente no dia 13 de Março. A comunidade era Alto Alegre, localizada no município de Barra do Corda. Este foi o cenário de uma das maiores tragédias ocorridas no Maranhão e que ficou conhecida como: O Massacre de Alto Alegre, quando índios Guajajaras invadiram a Missão Católica de São José da Providência e mataram mais de 200 pessoas. Uma delas, no entanto, a estudante Pepétua Moreira, foi levada como "refém".

Os contos de “Cinderela de Berlim e outras histórias”, Prêmio Gonçalves Dias de Literatura, concedido pela Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão, são bem elaborados e trazem um desfecho brusco, cortante. Eles se assemelham a uma lâmina afiada, prestes a decepar os braços da inércia e do comodismo, com o intento de, nesse choque entre ficção e realidade, despertar o senso crítico de um leitor que queira ir além da percepção das obviedades impostas por uma leitura superficial da própria realidade. Com esse livro, Lenita comprova, mais uma vez, que é uma das brilhantes estrelas dessa bela constelação de escritores contemporâneos.

José Neres
Escritor e Professor do Curso de Letras da Faculdade Atenas Maranhense – FAMA
Publicado em O Estado do Maranhão, edição de 05.01.2011

 

Prêmio Gonçalves Dias de Literatura
Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão – Plano Editorial -2007

ISBN 978-85-7275-005-9
Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional

 

livro 9a

 

Prefácio de Ferreira Gullar, que assim se manifesta:  “ o que mais me agrada nestes poemas de Lenita é sua ligação emocional com o cotidiano, com a realidade de cada instante. Não se trata de, simplesmente, aludir às circunstâncias, aos locais e objetos, mas de revelar, através deles, os sentimentos e ideias que enlaçam o mundo material e o mundo humano. E é desse enlace que brota a concretude de sua mensagem, sua marca e sua face de poeta maranhense, da cidade de São Luís; cidade que está presente a cada momento em seus versos. E não como referência pitoresca ou prosaica. Não. A cidade está presente neles como matéria de vida, de história humana, revelada no relance da emoção, quando a poesia ilumina a cozinha, a sala, as ruas e praças da cidade.”

ISBN 978-85-61742-15-7
Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional

livro 8

O tema do livro é a importância da autoestima para o pleno exercício das potencialidades humanas. Aparecida é uma estrela que tem vergonha de brilhar demais e incomodar os outros. Ao cair na Terra, encontra-se com Davi, que tem o mesmo problema com o Zeca, um peralta do time de futebol da Turma B, que o intimida no jogo de futebol na escola. Aparecida e Davi tornam-se amigos e se ajudam mutuamente. Ela retorna à constelação de origem para brilhar sem culpa e Davi consegue driblar o Zeca, marcando seu primeiro gol para a alegria da torcida -- a mãe, o pai, a tia, a madrinha, o avô, a prima!


ISBN 978-85-91913-00-8
Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

Ana Jansen, Nhá Jança ou Sinhana foi uma mulher forte, dominadora, que não admitia submeter-se ao jugo de um marido e muito menos assumir o papel feminino tradicional (reprodutora, mãe de filhos e dona de casa). No século XIX, por volta de 1830, e no Maranhão, uma tal mulher seria no mínimo um caso escandaloso. Mas além desse comportamento pouco convencional, Ana postulou (e conseguiu) uma posição política na província. Detentora da comercialização de água à população e manipuladora do jogo político provincial, Ana praticava um despotismo para manter os próprios privilégios, digno da voracidade de seus inimigos, conflitos estes que impulsionam a trama.

 

Prêmio Arthur Azevedo – Universidade Federal do Maranhão
Prêmio Brasília de Teatro – Governo do Distrito Federal e Instituto Nacional do Livro.

Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

Dulcenélia é uma esperta menina que tem dois sonhos na vida: ganhar um irmãozinho saudável e comer chocolates gostosos. Para realizar o primeiro, com a ajuda de Pai Francisco, Dulcelénia deve levar à Mãe Catirina, que está grávida e cheia de desejos, a língua do Boi Astor, mimado e cheio de vontades, o preferido de Manoel Gadão, o dono da fazenda. Quanto ao segundo sonho, a dificuldade aumenta, pois, sendo filha de pobre, não pode comer guloseimas tão gostosas nem tão caras. Ainda bem que Dulcenélia será ajudada por uma madrinha encantada e pelos muitos amigos que tem na beira da praia onde mora. O texto propicia amplo debate sobre a questão ecológica. Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA. Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

 

Prêmio Apolônia Pinto de Dramaturgia Infantil
Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão, 1988.

Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

Primeiro livro de poemas da escritora, publicado em 1978, aos dezessete anos incompletos, com apresentação do romancista e presidente da Academia Brasileira de Letras, Josué Montello, que escreveu: é mais que um livro,para a sua idade é uma adivinhação da vida.

Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

Ufa! Que sufoco viveu essa lagartinha... que desafio tremendo foi para ela compreender as transformações que estavam para acontecer com seu corpo.Transformações que também nós,em outros planos,experimentamos. Atente para os questionamentos feitos por ela: mas o que me acontecerá em cada fase? E se eu me acabar no bico do galo Geraldo? E se eu não resistir à dieta da crisálida? Essas inquietações, de repente,podem ser as nossas. Na construção de sua história, a lagartinha estabelece diálogos com algumas personagens do seu meio. E elas tentam, senão resolver os problemas, pelo menos ajudá-la a entendê-los e, por isso, amenizar as suas angústias, tornando menos dolorosa sua metamorfose

 

CAMILA NASCIMENTO:
Professora Doutora, Coordenadora do curso de Especialização em Literatura Infanto - juvenil da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA.

Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

livro 7

Adaptação da peça teatral para conto infantil

Dulcenélia é uma esperta menina que tem dois sonhos na vida: ganhar um irmãozinho saudável e comer chocolates gostosos. Para realizar o primeiro, com a ajuda de Pai Francisco, Dulcelénia deve levar à Mãe Catirina, que está grávida e cheia de desejos, a língua do Boi Astor, mimado e cheio de vontades, o preferido de Manoel Gadão, o dono da fazenda. Quanto ao segundo sonho, a dificuldade aumenta, pois, sendo filha de pobre, não pode comer guloseimas tão gostosas nem tão caras. Ainda bem que Dulcenélia será ajudada por uma madrinha encantada e pelos muitos amigos que tem na beira da praia onde mora. O texto propicia amplo debate sobre a questão ecológica.

 

Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

Pesquisa e iconografia do trabalho teatral de Cecílio Sá, diretor de teatro popular, agraciado com a Medalha do Mérito Timbira por sua relevante contribuição cultural ao Estado do Maranhão, tendo dirigido quatro grupos teatrais – Grupo Ateniense, Grupo Arthur Azevedo, Grupo Teatral renascença e Grupo Teatro Recreativo Amador do Maranhão – GRUTRAM, segundo registro de Aldo leite no livro Memória do Teatro Maranhense (São Luís, EDFUNC, 2007).

 

Disponível na Biblioteca Pública Benedito Leite e biblioteca da UFMA.
Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

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